quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Atletas paralímpicos desfilam em carro aberto pelas ruas de São Paulo

24 brasileiros ganham homenagem após sucesso nas Paralimpíadas de Londres; delegação levou 43 medalhas e ficou na 7ª colocação

 


Trânsito parado em São Paulo. Mas motoristas em festa. Na manhã desta terça-feira, 11, dois caminhões do Corpo de Bombeiros levaram 24 atletas brasileiros que competiram nas Paralimpíadas de Londres. A festa passou pelas principais vias da capital, como Avenida Paulista e Nove de Julho. O país conquistou 43 medalhas em Londres, com a sétima colocação no ranking final das Paralimpíadas.


O maior atleta da história do Brasil nas Paralimpíadas, Daniel Dias, foi um dos mais aplaudidos pelos fãs. Daniel Dias desembarcou no aeroporto de Guarulhos na manhã desta terça, já falando em conquistar mais medalhas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
- Agora é comemorar com todo mundo. Estou muito feliz e emocionado com esse momento da minha carreira. É um dia inesquecível - declarou Daniel Dias, que também vai ganhar uma homenagem em Bragança Paulista (SP) nesta quarta-feira, 12.
Os atletas são recebidos pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e também por representantes do Comitê Paralímpico Brasileiro em uma cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi.


Entre os atletas homenageados estão Terezinha Guilhermina, Alan Fonteles, Yohansson Nascimento, Shirlene Coelho, Odair Santos, Daniel Silva, Andre Brasil, Daniel Dias, Dirceu Pinto, Eliseu dos Santos, Lucia Teixeira, Antônio Tenório e
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Parabéns à todos os atletas, pois só o fato de participarem de uma Paraolimpíada já é fantástico e trazer uma medalha, independente da cor é simplesmente PERFEITO!!! Parabéns à todos esses Super Atletas!!!

 

Daniel Dias desembarca em São Paulo já pensando em mais medalhas

Maior atleta da história do esporte paralímpico brasileiro ganha festa no aeroporto e segue a Bragança Paulista para maratona de comemorações


O maior atleta paralímpico da história do Brasil desembarcou na manhã desta terça-feira, 11, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e foi recebido com festa pelos fãs. Daniel Dias já viaja para Bragança Paulista (SP), cidade onde vive, para seguir com as comemorações. Em duas Paralimpíadas disputadas, o nadador acumula 15 medalhas ao todo, sendo 10 ouros, quatro pratas e um bronze. Aos 24 anos de idade, ele quer mais.
- Quero conquistar mais medalhas. Quem sabe na próxima não levo mais seis? Vamos pensar assim. O Rio (Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro) está próximo. São quatro anos apenas. Lembro de Pequim (2008) como se fosse hoje. Acredito que se fizermos um planejamento bacana, o resultado pode se repetir aqui diante da nossa torcida, em nosso país - contou Daniel.


A cidade de Bragança Paulista prepara uma festa especial para Daniel Dias. Ele deverá desfilar em carro aberto, do Corpo de Bombeiros, nesta quarta-feira, 12, ainda pela manhã. 
Mas qual é o segredo do sucesso de Daniel Dias nas piscinas, hein?
- O segredo é acreditar nos seus sonhos. Tenha determinação e fé que a gente consegue. Quem diria que um cara que não tem os braços e uma perna conquistaria tantas medalhas? Então está aí o resultado de muita dedicação e muita fé em Deus - explicou o nadador.


Parabéns ao Daniel que merece todas essas reverências e muito mais, ele simplesmente é um ícone não só no esporte, mas como cidadão que mesmo com suas deficiências, correu/nadou atrás de seus sonhos e conquistou o planeta com a sua performance e carisma!!!

Bailarinas cegas aprendem passos para fim de paralimpíadas pelo tato

Quatro brasileiras dançaram nos oito minutos finais da cerimônia de encerramento dos Jogos de Londres

 

 

Deficientes visuais, as quatro bailarinas brasileiras que se apresentaram na cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Londres, no último domingo, aprenderam a coreografia que foi dançada através do tato.
Os passos não são a única dificuldade enfrentada pelas dançarinas. Reproduzir a sutil gesticulação exigida pelo balet também é um desafio.
- O braço tem que ter uma leveza que eu nunca vi como era. É muito, muito difícil de adquirir - revela Mariana Guimarães. 


As bailarinas se guiam pelos comando de voz, palmas, e estalos de dedos da professora Fernanda Bianchini. Duas delas nasceram cegas, as outras perderam a visão durante a infância.
- Eu entrei em depressão. Comecei a usar a bengala, o que é muito difícil para qualquer adolescente. O balet entrou na minha vida justamente neste momento - conta Gisele Dantas.
Há 16 anos, o método de ensinar balet para meninas com deficiência visual vem sendo aprimorado por Fernanda, que também é diretora da Associação de Balet para Cegos.


- Na minha primeira aula, fui ensinar um passo. Para ficar mais fácil, eu sugeri que elas imaginassem estar saltando dentro de um balde. Uma delas me perguntou o que era um balde. Nesse momento, eu percebi que precisava entrar no mundo dos deficientes visuais, entender as suas limitações, para depois apresentar o mundo da dança a eles - lembra Fernanda.
O Brasil tem 90 bailarinas com deficiência visual. No entanto, apenas o quarteto formado por Mariana, Gisele, Geiza e Aldenice terá o privilégio de se apresentar para 80 mil pessoas em Londres. 
A festa brasileira, na qual o Rio de Janeiro recebeu a bandeira paralímpica, teve oito minutos de duração e também contou com shows do grupo Paralamas do Sucesso e do cantor Carlinhos Brown.



Comitê Paralímpico Brasileiro cobra maior apoio da iniciativa privada aos atletas


A delegação paralímpica brasileira, que ficou em sétimo lugar nos Jogos de Londres, com a conquista de 43 medalhas, desembarcou no fim da noite de segunda-feira no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão). O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, disse que a iniciativa privada ainda não se deu conta da ferramenta de comunicação e marketing que pode ser o movimento paralímpico.
"Espero que os resultados dos nossos atletas levem à percepção da necessidade de investimento privado. Os governos nas três esferas já fazem bastante. Agora eu acho que é hora de a iniciativa privada entender o seu papel no esporte brasileiro".
Parsons disse ainda que a Lei Agnelo Piva destina 85% ao Comitê Olímpico Brasileiro e 15% ao Comitê Paralímpico. "O que, na verdade, o CPB busca é que esse percentual de 15% seja aplicado em qualquer orçamento esportivo do Brasil. Que um governo do estado aloque, dentro do seu orçamento, 15% para o esporte entre as pessoas com deficiência. Isso serve para cada município, cada estatal, ou cada empresa que decida investir no esporte".
Na entrevista, as autoridades apresentaram como símbolo de garra a jogadora de tênis Natália Mayara, de 18 anos, que participou das Paralimpíadas de Londres. Perguntada sobre o que falta para maior inclusão das pessoas com necessidades na sociedade brasileira, Natália disse que "uma das partes mais importantes é a adaptação da cidade para que a pessoa com deficiência seja aceita em toda parte. Tem de ter rampa, tem de ter elevador e tudo isso eu tenho certeza que não vai faltar em 2016 no Rio. Lá em Londres mesmo, tinha gente todo dia conosco acompanhando e perguntando quais as nossas dificuldades e quais as mudanças que a gente queria, então creio que a acessibilidade estará perfeita daqui a quatro anos no Rio".


O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que há muito o que fazer e vários passos precisam ser dados para que as pessoas com necessidades especiais conquistem mais acessibilidade. Ele informou que vai implantar, a partir deste ano, o Programa Calçada Lisa, para melhor mobilidade. Paes citou o acesso da população do Rio, de modo geral, ao sistema de transportes urbanos. Ele disse "que os ônibus do Rio não são ônibus. São chassi de caminhão com carroceria de ônibus, ou seja, é impossível subir aquela escada. A gente já colocou 50% da frota com elevador, mas aquilo é feito para não funcionar".
Paes disse ainda que iniciou negociações para que pelo menos 60% da frota de ônibus sejam adaptados às pessoas com deficiência. Outro aspecto importante diz respeito aos prédios públicos ou privados, cuja legislação já está propondo um conjunto de exigências. Esses prédios - segundo o prefeito - "nem sempre são fiscalizados com a eficiência que a prefeitura deveria ter para o cumprimento da legislação. A inspiração das Paralimpíadas deve servir para que a população fiscalize e que a prefeitura obrigue os estabelecimentos públicos e privados a adotar mecanismos de acessibilidade".
Para o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, o movimento paralímpico no Brasil cresce muito mais do que a estabilidade do movimento olímpico. Ele disse que em 2016, no Rio, os Jogos Paralímpicos serão a grande diferença. Será a grande celebração da população brasileira".


Brasil visa superar recorde e atrair negócios com Paraolimpíada do Rio



O Brasil quer superar nos Jogos do Rio 2016 o recorde de medalhas obtido nos Jogos Paraolímpicos de Londres e, para isso, atrair investimentos da iniciativa privada e despertar a atenção para o tema da acessibilidade no país, segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Os para-atletas conquistaram uma inédita sétima colocação no quadro de medalhas - tendo obtido um recorde de 43 medalhas, sendo 21 de ouro, 14 de prata e 8 de bronze -, uma subida de duas posições em relação aos Jogos de Pequim 2008.
Em Londres, o Brasil ficou atrás, respectivamente, de China, Rússia, Reino Unido, Austrália, Ucrânia e Estados Unidos. A meta para os Jogos da Rio 2016 é alcançar a quinta posição.
"O ponto central da nossa mensagem para os Jogos Paraolímpicos é de paixão e transformação. Nós faremos Jogos Paralímpicos excelentes, despertaremos atenção e mudaremos a postura das pessoas em relação a temas ligados à acessibilidade no Rio e em outras partes do país", disse à BBC Leonardo Gryner, executivo-sênior do comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.
Muitos dos 182 para-atletas brasileiros que participaram dos Jogos ganharam - ou reforçaram - status de ídolo, como os corredores Alan Fonteles e Terezinha Guilhermina, o maratonista Tito Sena, o nadador Daniel Dias - vencedor de seis medalhas de ouro na competição -, e os futebolistas Jefinho e Ricardinho.


Trajetória
Gryner conta que o caminho do Brasil para a Paraolimpíada começou em 1999, quando o país pleiteou sediar os Jogos Panamericanos de 2007. Na ocasião, o Rio foi escolhido para abrigar a competição e para sediar também o Parapan - os Jogos Paraolímicos Panamericanos - a primeira vez que as duas competições foram realizadas em uma mesma cidade.
"Os Jogos Paraolímpicos se tornaram um evento de grande sucesso, tivemos estádios cheios. Apesar de que os estádios eram menores do que os que usaremos em 2016, eles permitiram que compreendêssemos quais as necessidades dos Jogos Paralímpicos."
Pouco após os Jogos Panamericanos e o Parapan, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi incumbido pelo então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, de criar um plano de longo prazo para o desenvolvimento do esporte paraolímpico no Brasil.
No período de quatro anos entre os Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012, o CPB foi capaz de dobrar o investimento no esporte paralímpico no país, que passou de R$ 77 milhões para R$ 165 milhões.
"Nós atraímos mais parceiros ao longo dos anos, e temos uma relação melhor passando por todas as três esferas do governo. Espero que essa tendência continue", disse à BBC Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.


Parcerias
Entre parcerias firmadas pelo CPB participam o governo federal, por meio do Ministério dos Esportes, a Caixa Econômica Federal, o grupo Infraero, a Prefeitura do Rio de Janeiro e o governo do Estado de São Paulo.
O acordo estabelecido com o Estado de São Paulo vale R$ 5 milhões e o firmado com a Prefeitura do Rio é de R$ 2 milhões.
O plano comercial para a Paraolimpíada será divulgado neste ano pela equipe comandada por Parsons. O dirigente esportivo se disse entusiasmado com o fato de que os principais patrocinadores dos Jogos Olímpicos de 2016 também manifestaram interesse em investir nos Jogos Paraolímpicos de 2016.
A lista de patrocinadores inclui a fabricante de automóveis japonesa Nissan e as companhias Bradesco, Bradesco Seguros, Claro e Embratel.
A Nissan fornecerá mais de 2 mil veículos adaptados para os atletas competindo na Rio 2016. 


'Sabor brasileiro'
"Temos grande expectativa para os próximos quatro anos, em termos de dinheiro de patrocinadores para os Jogos Paraolímpicos", disse Parsons, que é contrário à ideia, defendida por algumas autoridades do mundo esportivo, de que os Jogos Olímpicos e os Paraolímpicos sejam fundidos em um único evento.
"Nós preferirmos ter nossos próprios Jogos do que ser uma parte menor de outra competição."
O dirigente afirma que os Jogos de Londres "estabeleceram um padrão elevado, mas temos que contrapor oferecendo algo muito original. Teremos o sabor brasileiro, que fará a coisa diferente. Mas o que aprendi em termos de Paraolimpíadas aqui em Londres é a importância de promover os Jogos. É por isso que foram vendidos mais de 2,4 milhões de ingressos."


Paraolimpíada tem 199 novos recordes mundiais, número cinco vezes maior que na Olimpíada


A Paraolimpíada-2012 bateu recorde de competidores, com cerca de 4.200 atletas paraolímpicos pelas pistas, piscinas e quadras de Londres, e da grande quantidade participantes, saiu qualidade. Ao final da competição, foram conquistados 199 novos recordes mundiais. Como comparação, os Jogos Olímpicos tiveram “apenas” 39 novas melhores marcas do mundo.

O Brasil contribuiu com nove quebras de recorde mundiais entre os paraolímpicos, sendo cinco na natação e quatro no atletismo.
O esporte com o maior número de quebras de recorde foi o atletismo, com 97 novas marcas. Porém, vale ressaltar que são 170 modalidades, entre masculinas e femininas, no cronograma do atletismo das Paraolimpíadas, e, em uma mesma prova, atletas de categorias diferentes podem quebrar o recorde naquelas que pertencem.
Nos Jogos Olímpicos são 47 provas para homens e mulheres e apenas quatro recordes mundiais foram conquistados nas pistas do Estádio Olímpico.


Por outro lado, a Olimpíada tem mais esportes em que novas marcas podem ser conquistadas, como mais modalidades no ciclismo, triatlo e pentatlo moderno.
Outro destaque foi a natação, com 72 recordes mundiais conquistados na capital inglesa. No ciclismo de pista, foram 20 novas marcas. Houve também oito no levantamento de peso e duas no tiro.
Entre os brasileiros, o grande destaque no quesito quebra de recorde mundial foi o nadador Daniel Dias. Dono de seis medalhas de ouro, o atleta fez a melhor marca do mundo nos 50 m livre S5, 100 m peito SB4, 50 m costas S5 e 50 m borboleta S5. Também nas piscinas, André Brasil fez o recorde nos 50 m livre S10.
No atletismo, Yohansson Nascimento é o detentor do recorde mundial nos 100 m T45 e 200 m T46, Terezinha Guilhermina fez o melhor tempo do mundo os 100 m T11 e Shirlene Coelho  conseguiu o feito no lançamento de dardo, categoria F37/38. Nos Jogos Olímpicos, nenhum competidor conseguiu quebrar o recorde mundial.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Brasil conquista o 7º lugar na Paraolimpíada de Londres 2012 com 21 ouros, 14 pratas e 8 bronzes, num total de 43 medalhas

O Brasil conquistou esse inédito lugar no pódio paraolímpico e neste espaço vamos homenagear os nossos super atletas que honraram a nossa bandeira em Londres e mostraram principalmente para o nosso país a garra, dedicação e espírito esportivo através de suas atitudes e medalhas em Londres!
Confira abaixo os nossos heróis paraolímpicos:

*** Ouro ***

Atletismo
Terezinha Guilhermina
 

Felipe Gomes

Alan Fonteles

Yohansson Nascimento

Shirlene Coelho

Tito Sena    


Bocha
Dirceu Jose Pinto/Eliseu dos Santos

Maciel Santos

Dirceu José Pinto

Esgrima em cadeira de rodas
Jovane Silva Guissone

Futebol de 5 masculino
Raimundo Nonato, Severino Silva, Ricardo Steinmetz, Marcos Felipe, Jeferson Gonçalves, Gledson Barros, Fabio Luis, Emerson de Carvalho, Daniel Silva e Cássio Reis

Natação
Andre Brasil

Daniel Dias

*** Prata ***

Atletismo
Jerusa Santos

Lucas Prado

Odair Santos

Daniel Silva

Yohansson Nascimento

Claudiney dos Santos

Goalball masculino
Romário Marques, Leomon Moreno, Leandro Moreno, José Roberto, Felipe Silvestre e Alexsander Celente
 
Judô
Lúcia Teixeira

Natação
André Brasil

Phelipe Rodrigues

Edênia Garcia


*** Bronze ***

Atletismo
Jhulia Santos

Felipe Gomes

Jonathan de Souza

Bocha / Misto
Eliseu dos Santos

Judô
Antônio Tenório

Michele Ferreira

Daniele Bernardes

Natação
Joana Silva

Mais uma vez temos que ressaltar e aplaudir de pé estes atletas paraolímpicos que nos encheram de ORGULHO e que daqui para frente, com essa nova estrada direcionada para o Rio 2016, que as condições de treinamento, materiais e até mesmo as questões financeiras envolvendo os atletas, sejam melhores direcionadas, pois o talento e a qualidade nós temos, precisamos garimpar mais estes jovens atletas que surgem e irão surgir ainda mais depois desta exposição na mídia e que essa mesma mídia não esqueça dos atletas nestes 4 anos e só lembrem em 2016! Que os nossos atletas ao retornar ao Brasil sejam devidamente reconhecidos pelos seus feitos, tanto na esfera federal como a própria população!!! Parabéns aos excelentes e heróicos atletas paraolímpicos brasileiros!!! Vocês merecem todo o reconhecmento do povo brasileiro, pois só o fato de conseguirem ir à Londres já é uma conquista fantástica e trazer uma medalha então, é algo fantástico, digno de vocês ... SUPER ATLETAS!!!